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O que muda no Pix com o Open Banking

Terceira fase vem aí: confira as novidades que estão chegando com o Open Banking. Você acredita que o Pix já fez o seu primeiro aniversário? Passou rápido, né? E festa boa tem de ter surpresa. Então, não dava pra ser diferente com essa solução utilizada por mais de 100 milhões de brasileiros.


Na verdade, a surpresa chegou de forma antecipada. Desde o fim de outubro, a terceira fase do Open Banking começou a ser implementada gradualmente, e, com isso, chegaram as novidades no Pix.



Veja o que muda no Pix, com a terceira fase do Open Banking

A grande novidade, nessa etapa, é o surgimento dos chamados Iniciadores de Transação de Pagamento (ITPs), que serão os responsáveis por efetivar as operações de pagamento quando você decidir fazer uma compra ou contratar um serviço nesse ecossistema do Open Banking.


Na prática, isso significa que você efetuará o pagamento com toda a segurança, via Pix, sem precisar sair da plataforma da loja ou do prestador do serviço que o receberá. Muito mais fácil, né?


Domingo à noite, bateu aquela fome e você não quer cozinhar. Muito provavelmente, abrirá um app de delivery ou procurará o número da sua pizzaria favorita e fará um pedido.


Daí chega a hora do pagamento: entre as possibilidades, estarão lá os tradicionais cartões de crédito e débito e, provavelmente, alguma opção via Pix. Até então, a loja mandava a chave, e o cliente entrava no app do banco, efetuava a transferência, enviava o comprovante, e pronto. Era só esperar.


A partir da terceira fase do Open Banking, se você estiver no app de delivery, por exemplo, a transação Pix ocorrerá diretamente por lá.


Em compras pela internet, a mesma coisa. O cliente só precisará acessar o app ou Internet Banking para se autenticar e autorizar o pagamento. Só que tudo isso será na própria jornada de pagamento, na plataforma (do delivery ou no e-commerce, por exemplo), agilizando bastante esse processo. Não será necessário ler um QR Code ou fazer qualquer ação paralela, como acontece atualmente.



Mais agilidade

Toda vez que você efetua um pagamento via cartão ou boleto, há uma instituição financeira executando aquela operação, seja a operadora do cartão, seja o banco emissor do boleto. Com a novidade, os intermediários entre compradores e vendedores serão eliminados. Mais agilidade para quem paga e também para quem recebe.


O Pix, aliás, foi escolhido para este início da terceira fase por causa da sua alta popularidade entre os brasileiros. No começo de outubro, essa modalidade de pagamento chegou a bater o recorde de quase 45 milhões de transações em um único dia. Mas outras formas de pagamento também serão incluídas nessa lógica dos ITPs. Veja as datas previstas pelo cronograma do Banco Central:

  • 15/2/2022 – Pagamentos com TED e transferência entre contas da mesma instituição.

  • 30/6/2022 ­- Pagamento de boletos.

  • 30/9/2022 – Pagamentos com débito em conta.


Mas isso é seguro?

Pode confiar! Qualquer transação só será efetivada com o seu consentimento e toda a segurança que já está acostumado(a). Os ITPs não armazenam as suas informações nem exigirão dados adicionais ou cobrarão valores diferentes dos que você está comprando ou contratando.


E aí? Tá ansioso pra começar a usar esse formato de pagamento?

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